Equilibrium figura entre as logtechs que oferecem soluções disruptivas no report da Distrito



O ano de 2020 ficará marcado pelos impactos e ajustes de vida trazidos pela pandemia da Covid-19. Todos sabemos dos impactos negativos na vida das pessoas, empresas e na Economia em geral. Ainda assim (ou por isto), alguns setores conseguiram se beneficiar das mudanças de comportamento trazidas e impostas pela pandemia — e com isto crescer mesmo no meio a tantas restrições.


Um dos grandes vencedores deste cenário foi o e-commerce, nacional e globalmente. No Brasil, as prévias apontam para um crescimento de 49% nas vendas online comparado com 2019. Inclusive, superou pela primeira vez a marca dos R$ 100 bilhões movimentados no comércio eletrônico nacional. Esse número pode ser ainda mais substancial quando todos os resultados dos varejistas online forem divulgados, com uma previsão otimista de batermos os R$ 120 bilhões em vendas, segundo o portal E-commerce Brasil.


Esse crescimento — promovido em grande parte pelo fechamento das lojas físicas e pelas pessoas passando mais tempo dentro de casa — foi sustentado também por outras mudanças e evoluções no ecossistema do comércio eletrônico. O florescimento de e-commerces locais foi um deles, que promoveu a compra online de artigos alimentícios, bebidas, de limpeza, etc, ainda muito concentrados no varejo físico. Houve também a ampliação das soluções ofertadas pelos marketplaces, com opções de pagamento, financiamento de lojistas e soluções de fullfilment.



As logtechs e sua atuação frente as adversidades da pandemia


Outro ponto foi o amadurecimento dos provedores de serviço logístico do país, suportando o crescimento das entregas com prazos mais ágeis e confiáveis. Portanto, tudo isso trouxe maior atratividade e segurança para milhões de novos consumidores e para aqueles que já são habituados a comprar com a facilidade de um click.


O e-commerce é foco da grande maioria das startups que oferecem soluções para cadeia logística — em acelerado crescimento. Por conta disso, investidores e players mais consolidados passaram a dar ainda mais atenção e aportar capital nas logtechs nacionais. Consequentemente, isso tornou 2020 um ano especial para este segmento, extremamente dependente de capital para o desenvolvimento de tecnologia, execução operacional e velocidade de crescimento.


O report Logtech 2020 realizado pela Distrito, uma plataforma de inovação para startups, empresas e investidores, indica que o setor logístico não vai esperar pela modernização de infraestrutura para a superação dos obstáculos geográficos do nosso país. Em um mercado de alta competitividade, cada oportunidade está sendo aproveitada para otimizar custos, aumentar a eficiência na prestação de serviços e agregar valor à jornada dos colaboradores que integram a cadeia de suprimentos.


Como exemplo deste movimento, na América Latina, em 2018, a vertical que mais recebeu investimento entre startups foi a de supply chain. Os investimentos em 2019 e 2020 para esse setor também se destacaram entre as demais verticais. As aquisições em 2020 surpreenderam, sobretudo quando percebemos a atuação de grandes varejistas captando soluções de serviços de entrega. Afora isso, percebe-se também grande foco no transporte de insumos, principalmente para aumentar a competitividade entre transportadoras e facilitar a contratação de frete.


É nesse meio que a Equilibrium se insere. Citada no report entre as logtechs de gestão de entrega, a Equlibrium conecta empresas que necessitem movimentar cargas B2B e B2C a operadores logísticos, de diversas modalidades de transporte e armazéns, e oferece ferramentas para gerenciamento do fluxo logístico, desde a separação do produto até a entrega ao cliente.


Segundo a Distrito, as startups delineadas no report foram selecionadas a partir de um trabalho minucioso de pesquisa e consulta a bancos de dados privados e abertos, além de informações públicas do governo. As startups foram examinadas individualmente para verificar adequação ao tema do report e aos critérios de seleção estabelecidos.


Sentimo-nos orgulhosos de figurar entre as logtechs citadas. Além disso, estamos entre aquelas que oferecem soluções disruptivas, categoria com menos soluções mapeadas - que têm buscado melhorar processos e etapas na gestão da entrega de produtos e insumos.


Tudo isso nos leva a concluir que o grande foco no transporte de produtos e insumos - principalmente para aumentar a competitividade entre transportadores e facilitar a contratação de frete - indica que a dificuldade inerente às condições geográficas do país, e como elas impactam sobre o transporte por diferentes modais, está sendo superada de outras formas, e à parte do movimento de modernização da infraestrutura do Estado.


Mesmo com esse ótimo cenário para as logtechs e o mercado logístico, ainda existem algumas barreiras que empresas encontram ao movimentar suas cargas. Conheça mais sobre esses desafios da logística para 2021 no nosso post abaixo:



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